...fazer compra do mês
O dinheiro tava curto
Mesmo assim me dei bem
Olhei para os dois lados
E não via ninguém
BOTEI TUDO NA CALCINHA
ENTÃO CHORA NENÉM!
TÁ, EU SEI, ESSA MÚSICA É INFAME. Mas sei lá, depois se debulhar em lágrimas e só não chorar mais porque acabou a água no meu corpo (não, eu não chorei tanto assim), as únicas coisas que eu tenho vontade de fazer agora são: Ouvir uma música bem trash (Danibrinks, por exemplo), escrever um texto qualquer, comer e ler um livro pra me distrair (nerdismo on).
Bem, a música esculachada eu já estou ouvindo, o texto eu já estou escrevendo, só falta comer e ler o livro. Mas voltemos ao texto, já que é isso que você leitor está preocupado, não é? O problema é : o que escrever? Não sei. Mas então por que não me calo? Por que se eu não escrever a palavra me engolfará para sempre em ondas. Olha que lindo *-*, pena que essa citação é da Clarice Lispector, não minha =~~. Mas o que eu posso fazer se é isso mesmo que eu sinto e não consigo achar um jeito melhor de expressar o que estou sentindo?
Sempre que eu passo por alguma frustração eu pego um pedaço de papel qualquer e uma caneta e vou escrevendo, até eu traduzir tudo o que eu estou sentido, sem faltar uma vírgula. O único problema disso é que enquanto eu não escrevo T-U-D-O eu fico ansioso pra chegar NAQUELE parágrafo, NAQUELA frase, NAQUELA palavra máxima, como se todo o contexto do meu sofrimento (atoron fazer a sofrida) estivesse sintetizado em uma frase. E essa frase precisa de um preparo no decorrer do texto para finalmente ser lida e causar o impacto desejado. Esse preparo me frustra, eu quero ir direto ao ponto. Mas ao mesmo tempo, se eu for direto ao ponto, as ondas que me engolfam não cessarão e a palavra ainda me afixiará. Posso resumir meus sentimentos em versos também. Mas daí eu tenho que passar por um processo de inspiração e principalmente paciência no qual eu (ainda) não atingi. Tá eu sei, só conseguirei praticando, mas por enquanto me contento com meus textos metalingísticos.
Resumo do dia:
9h30 - Celular desperta e (graças à Deus que me iluminou a mente) o toque não é aquele maldito Banana Phone que me acorda todo sábado há quase um ano.
9h45 - Decidi abandonar O Evangelho Segundo Jesus Cristo e comecei a ler As Intermitências da Morte, ambos do José Saramago.
10h30 - Eu lembrei que eu coloquei o ceular pra despertar pra poder limpar a casa. Como eu estava afim e essas vontades só dão uma vez na vida e outra na morte eu liguei o rádio no último volume e comecei a pilotagem de vassoura.
11h25 - Atrasado como sempre, fui tomar banho.
12h20 - Não me pergunte como, mas só conseguir sair de casas essa hora (sem almoço).
13h00 - Cheguei ao meu local de trabalho, depois de dar um pulinho na Esfiha do Príncipe rs, almocei e... ahn... esperei chegar algum serviço que o dia inteiro não veio rs.
14h00 - Dei uma escapada e fui até o Grande Otelo.
17h00 - Saí do trabalho, após muitas risadas, babados e trabalho que é bom nada (graças à Deus, porque essa semana foi dura!)
18h00 - Descobri que eu não ia dar rolê com a Kah, que a Jéssica e a Lizzie não poderão vir aqui em casa sábado, que eu provavelmente não darei rolê hoje e que a Lizzie não vai sair comigo e com a Jéssica amanhã independente de tudo e fiquei muito muito muito MAS MUITO PUTO.
Agora são 19h13.
Bem... acho que é só, eu tou com fome e já passou aquela sensação de palavras engasgadas. Um beijo.
sexta-feira, 31 de julho de 2009
terça-feira, 30 de junho de 2009
Ceremony
I'll break them down, no mercy shown
Heaven knows, it's got to be this time
Avenues all lined with trees
Picture me and then you start watching...
Watching forever, forever
Watching love grow, forever
Letting me know, forever.
Heaven knows, it's got to be this time
Avenues all lined with trees
Picture me and then you start watching...
Watching forever, forever
Watching love grow, forever
Letting me know, forever.
quarta-feira, 24 de junho de 2009
Você é o que você come
Cronograma alimentar meu de 24-06-2009:
6:00h - pão com margarina e leite com algum chocolate barato, como de praxe
11:30h - arroz e quibe vegetariano de forno (excepcionalmente sem salada nem refogados)
14:00h - paçoca
15:30h - barra de cereais sabor chocolate
17:30h - esfirra de queijo e empada de palmito e suco de abacaxi (FINALMENTE NÃO ENGOLI SECO!)
19:30h - laranjas e maçãs
22:00h - granola com leite e uma pitada de açúcar.
Magro, com acúmulo de gordura abdominal, sintomas de anemia, músculos magérrimos, vegetariano, hipocondríaco, amante de doces. Não parece ser a descrição de um adolescente saudável, mas essa é a minha realidade. E se eu sou o que eu como, então cuidado, porque eu sou uma bomba!
Desde os 15 anos eu sou vegetariano. Tudo bem que eu adotei uma filosofia de vida pra mim e apliquei ela na minha alimentação e, consequentemente, isso mudou (e ainda muda) a minha vida para sempre. Mas existe um animal grotesco, repgnante e traiçoeiro que é apelidado de passado e esse tal passado impede muitas pessoas de mudar de vida, e abandonar seus velhos vícios. E a razão pela qual nasceu essa postagem é essa minha... ahn, como poderei dizer? Incapacidade? não... muito forte. Dificuldade, talvez? Soa meio dramático... Falta de jogo de cintura em relação às mudanças de hábitos.
Mães sempre se preocupam com a alimentação dos filhos. Quando não é de menos é demais, mas eu sei que no meu caso, a forma como me alimento é, assim, um pouco não recomendável, rs. Abandonar minhas paixões gordurosas é muito penoso pra mim, e creio que isso não surtirá tanto efeito assim. Me resta a opção de acrescentar novos ingredientes à minha "receita de vida". Mas acontece o seguinte: eu saio 6:30h da manhã, chego no MÍNIMO DO MÍNIMO às 17:45, daí eu já tenho que pensar em lição, trabalho, prova, vestibular, lavar a louça, arrumar o quarto, computador (maldição que vicia mais que qualquer droga ilícita). Não sobra tempo para pensar em comida. Daí chega quase 22:00h, minha mãe berra: RAFAEL, O QUE VOCÊ VAI LEVAR DE ALMOÇO AMANHÃ? E aí eu penso: PQP, sei lá eu, tenho coisas mais importantes pra pensar. Então eu faço (a maioria das vezes eu peço pra fazer hihi) um prato que eu já comi 400 vezes, que não vai me sustentar, e chega o fim-de-semana onde eu tenho tempo de pensar entre o curso de inglês e o rolê eu reclamo que minha alimentação é muito repetitiva.
"O que caracteriza melhor o ser humano, o medo ou a preguiça?" O que eu tenho é medo de gastar dinheiro e tempo à toa em novas receitas, novos ingredientes, nova alimentação? Ou preguiça de começar todo esse processo, tendo em vista meu universo íntimo caótico? De uma coisa eu sei: Voltar a comer carne, jamais! Nenhum animal tem culpa se eu não tenho nem a capacidade de administrar minhas refeições. Promessas de mudanças eu já fiz muitas, e essa postagem é o último ato desesperado (meldels, quanto byronismo por causa de comida!) de alguém que não está em paz consigo mesmo.
6:00h - pão com margarina e leite com algum chocolate barato, como de praxe
11:30h - arroz e quibe vegetariano de forno (excepcionalmente sem salada nem refogados)
14:00h - paçoca
15:30h - barra de cereais sabor chocolate
17:30h - esfirra de queijo e empada de palmito e suco de abacaxi (FINALMENTE NÃO ENGOLI SECO!)
19:30h - laranjas e maçãs
22:00h - granola com leite e uma pitada de açúcar.
Magro, com acúmulo de gordura abdominal, sintomas de anemia, músculos magérrimos, vegetariano, hipocondríaco, amante de doces. Não parece ser a descrição de um adolescente saudável, mas essa é a minha realidade. E se eu sou o que eu como, então cuidado, porque eu sou uma bomba!
Desde os 15 anos eu sou vegetariano. Tudo bem que eu adotei uma filosofia de vida pra mim e apliquei ela na minha alimentação e, consequentemente, isso mudou (e ainda muda) a minha vida para sempre. Mas existe um animal grotesco, repgnante e traiçoeiro que é apelidado de passado e esse tal passado impede muitas pessoas de mudar de vida, e abandonar seus velhos vícios. E a razão pela qual nasceu essa postagem é essa minha... ahn, como poderei dizer? Incapacidade? não... muito forte. Dificuldade, talvez? Soa meio dramático... Falta de jogo de cintura em relação às mudanças de hábitos.
Mães sempre se preocupam com a alimentação dos filhos. Quando não é de menos é demais, mas eu sei que no meu caso, a forma como me alimento é, assim, um pouco não recomendável, rs. Abandonar minhas paixões gordurosas é muito penoso pra mim, e creio que isso não surtirá tanto efeito assim. Me resta a opção de acrescentar novos ingredientes à minha "receita de vida". Mas acontece o seguinte: eu saio 6:30h da manhã, chego no MÍNIMO DO MÍNIMO às 17:45, daí eu já tenho que pensar em lição, trabalho, prova, vestibular, lavar a louça, arrumar o quarto, computador (maldição que vicia mais que qualquer droga ilícita). Não sobra tempo para pensar em comida. Daí chega quase 22:00h, minha mãe berra: RAFAEL, O QUE VOCÊ VAI LEVAR DE ALMOÇO AMANHÃ? E aí eu penso: PQP, sei lá eu, tenho coisas mais importantes pra pensar. Então eu faço (a maioria das vezes eu peço pra fazer hihi) um prato que eu já comi 400 vezes, que não vai me sustentar, e chega o fim-de-semana onde eu tenho tempo de pensar entre o curso de inglês e o rolê eu reclamo que minha alimentação é muito repetitiva.
"O que caracteriza melhor o ser humano, o medo ou a preguiça?" O que eu tenho é medo de gastar dinheiro e tempo à toa em novas receitas, novos ingredientes, nova alimentação? Ou preguiça de começar todo esse processo, tendo em vista meu universo íntimo caótico? De uma coisa eu sei: Voltar a comer carne, jamais! Nenhum animal tem culpa se eu não tenho nem a capacidade de administrar minhas refeições. Promessas de mudanças eu já fiz muitas, e essa postagem é o último ato desesperado (meldels, quanto byronismo por causa de comida!) de alguém que não está em paz consigo mesmo.
quarta-feira, 17 de junho de 2009
A expressão máxima da emoção em melodia
Screamo (também conhecido como powerviolence, chaotic emo, skram, etc, etc, etc...) é um gênero música derivado do hardcore que, como muitos outros, teve seu significado extremamente deturpado.
Com influência do post-hardcore de Washington (Fugazi, Nation of Ulysses), straight-edge e até mesmo bandas de post-punk como Joy Division e Bauhaus caracteriza-se por constantes gritos e guitarras ora caóticas, ora melódicas, porém, há bandas como I Would Set Myself on Fire for You que incluem outros insrumentos como o violoncelo. O subênero nasceu no Ché Café, em San Diego, se espalhou pelo mundo e hoje possui cenas na costa leste americana (Off Minor, Hot Cross), na Itália (La Quiete, The Death of Anna Karina), na França (Amanda Woodward, Daïtro, Sed Non Satiata) no Japão (Envy) e até mesmo no Brasil (Liberdade Após a Raiva, A Culpa é Cinza). A popularidade é mínima, mas a quantidade de bandas que se encaixam nesse gênero musical é imenso. além dos já citados, Saetia, Orchid, Song of Zarathustra, Toru Okada, Takaru, Mesa Verde, 3 Segundos Antes da Queda, My Own Private Alaska, Die Emperor, Die!, Tristan Tzara, Belle Époque, Oh, Appollo!, The Blood Brothers, I Hate Myself, etc... fazem parte desse fascinante universo de amor, ódio, e expressão máxima de idéias e sentimentos.
Resolvi fazer uma postagem sobre o mesmo pois, além de ser um tipo de música quee eu ouço há quase três anos, hoje encaro-o com muito mais seriedade, pois, através de gritos apaixonados (quando digo apaixonados, não me refiro necessariamente à amor) e experimentalismo fascinante com as guitarras (fascínio esse que até um total leigo como eu pude notar), o screamo consegue encaixar suas letras em n assuntos diferentes, desde a narração de um amor acabado em "Vennus and Baccus" do Saetia, até discursos engajados como "Urban Baribe" do I Hate Myself, ou mesmo receber influências de artistas e filósofos como Anna Karina, Tristan Tzara e Friederich Nietzsche.
Com influência do post-hardcore de Washington (Fugazi, Nation of Ulysses), straight-edge e até mesmo bandas de post-punk como Joy Division e Bauhaus caracteriza-se por constantes gritos e guitarras ora caóticas, ora melódicas, porém, há bandas como I Would Set Myself on Fire for You que incluem outros insrumentos como o violoncelo. O subênero nasceu no Ché Café, em San Diego, se espalhou pelo mundo e hoje possui cenas na costa leste americana (Off Minor, Hot Cross), na Itália (La Quiete, The Death of Anna Karina), na França (Amanda Woodward, Daïtro, Sed Non Satiata) no Japão (Envy) e até mesmo no Brasil (Liberdade Após a Raiva, A Culpa é Cinza). A popularidade é mínima, mas a quantidade de bandas que se encaixam nesse gênero musical é imenso. além dos já citados, Saetia, Orchid, Song of Zarathustra, Toru Okada, Takaru, Mesa Verde, 3 Segundos Antes da Queda, My Own Private Alaska, Die Emperor, Die!, Tristan Tzara, Belle Époque, Oh, Appollo!, The Blood Brothers, I Hate Myself, etc... fazem parte desse fascinante universo de amor, ódio, e expressão máxima de idéias e sentimentos.
Resolvi fazer uma postagem sobre o mesmo pois, além de ser um tipo de música quee eu ouço há quase três anos, hoje encaro-o com muito mais seriedade, pois, através de gritos apaixonados (quando digo apaixonados, não me refiro necessariamente à amor) e experimentalismo fascinante com as guitarras (fascínio esse que até um total leigo como eu pude notar), o screamo consegue encaixar suas letras em n assuntos diferentes, desde a narração de um amor acabado em "Vennus and Baccus" do Saetia, até discursos engajados como "Urban Baribe" do I Hate Myself, ou mesmo receber influências de artistas e filósofos como Anna Karina, Tristan Tzara e Friederich Nietzsche.
domingo, 31 de maio de 2009
Amor, dor, ódio, reconciliação e vingança.
Após assistir o filme Sympathy for Lady Vengeance, (http://www.imdb.com/title/tt0451094/), terceira parte da cultuada Trilogia da Vingança do diretor sul-coreano Chan-Wook Park, é impossível não pensar em assuntos como ódio, direito de resposta, vingança, meta de vida, perdão, compreensão, etc.
A trama conta a triste história de Lee Geun-ja, uma mulher que após cumprir 13 anos de pena por um crime que não cometeu, deseja vingança, acima de tudo. Óbviamente, o filme vai MUITO além disso, mas só assistindo mesmo.
Partindo para a vida real, sempre, desde criança somos condicionados a não levar desaforo para casa, a comprar briga por qualquer motivo. Que pais que, ao verem dois irmãos brigando por um motivo banal, procura conversar pacientemente com os dois, ao invés de simplismente sair deixar os dois de castigo e forçar um pedido de desculpa de ambas as partes? Desde quando "desculpa" e algumas horas sem ver televisão resolvem alguma coisa, meu Deus do céu? Imagina se resolvesse, que maravilha! O mundo com certeza seria um lugar mágico, repleto de amor e compreensão e... MAS NÃO É! Por onde você olha a violência está presente. E mais presente ainda está o estímulo à violência. Nossos pais nos punham de castigo quando brigávamos com nosso(s) irmão(a)(s) para nos ensinar a conviver pacíficamente com as pessoas, mas eles não enxergaram que dessa maneira, a única coisa que eles conseguiriam é duplicar raiva de ambos, pois, além do ódio que gerou a briga continuar, temos que fingir que tudo passou e perdoamos! E isso fica guardado por anos, e vai se acumulando a medida em que novas brigas vão surgindo, e quando nós paramos para pensar, fomos educados a engolir as pessoas, não a perdoa-las. Aliás, perdão é uma palavra que está saindo do vocabulário das massas e seu significado, hoje em dia, só tem sentido nos sermões e textos religiosos, pois ninguém o pratica (quem tem que conviver com uma pessoa cujo "santo não bate" que atire a primeira pedra!) e pior que não praticar é não ter a consciência de que isso só atrasa a sua vida, que o orgulho não leva a nada, que as pessoas cometem erros, são criadas de maneira diferentes e que vingança é um prato que se come quente demais.
A trama conta a triste história de Lee Geun-ja, uma mulher que após cumprir 13 anos de pena por um crime que não cometeu, deseja vingança, acima de tudo. Óbviamente, o filme vai MUITO além disso, mas só assistindo mesmo.
Partindo para a vida real, sempre, desde criança somos condicionados a não levar desaforo para casa, a comprar briga por qualquer motivo. Que pais que, ao verem dois irmãos brigando por um motivo banal, procura conversar pacientemente com os dois, ao invés de simplismente sair deixar os dois de castigo e forçar um pedido de desculpa de ambas as partes? Desde quando "desculpa" e algumas horas sem ver televisão resolvem alguma coisa, meu Deus do céu? Imagina se resolvesse, que maravilha! O mundo com certeza seria um lugar mágico, repleto de amor e compreensão e... MAS NÃO É! Por onde você olha a violência está presente. E mais presente ainda está o estímulo à violência. Nossos pais nos punham de castigo quando brigávamos com nosso(s) irmão(a)(s) para nos ensinar a conviver pacíficamente com as pessoas, mas eles não enxergaram que dessa maneira, a única coisa que eles conseguiriam é duplicar raiva de ambos, pois, além do ódio que gerou a briga continuar, temos que fingir que tudo passou e perdoamos! E isso fica guardado por anos, e vai se acumulando a medida em que novas brigas vão surgindo, e quando nós paramos para pensar, fomos educados a engolir as pessoas, não a perdoa-las. Aliás, perdão é uma palavra que está saindo do vocabulário das massas e seu significado, hoje em dia, só tem sentido nos sermões e textos religiosos, pois ninguém o pratica (quem tem que conviver com uma pessoa cujo "santo não bate" que atire a primeira pedra!) e pior que não praticar é não ter a consciência de que isso só atrasa a sua vida, que o orgulho não leva a nada, que as pessoas cometem erros, são criadas de maneira diferentes e que vingança é um prato que se come quente demais.
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